Já subiu no telhado…

Eu sabia que não ia demorar nadinha. Eram favas c-o-n-t-a-d-a-s. Começou a aflorar o instinto maternal da Cassandra. Gente, é novo recorde, hein?

Voltando para casa, cervejinha e outras bebidas na cachola (minha e dela, pra que fique muito claro), metade de uma torta holandesa debaixo do braço que eu vou comer na madrugada, não é que a criatura me para do lado de um mendigo, chapéu velho e molhado, frango assado de semana passada gato feio (mas feio daqueles de dar susto até em vovó carente, manja?) e fica toda melindrosa? Resultado, pra largar o filho do capeta lá pra trás, fiquei na promessa de adotarmos um gato.

Eu. E um gato. Na mesma casa.

 

Boemia, aqui me tens de regresso. Com toxoplasmose.

1 Comentário

  1. Ele não era ssim tão feio, coitadinho! E sim, a senhora, eu e um gato, pode tratar de cumprir o tratado! Quer apostar quanto que, em menos de um mês, é você quem vai mimá-lo e amá-lo como se fosse seu filhote? Beijo-beio, amo-te muito!


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